Florença pode ser definida sem hesitação como o destino mais visitado por turistas de todo o mundo. Não é fácil escolher o que ver, pois por onde os turistas forem, encontrará algo para visitar.  

A Piazza del Duomo é o imponente Duomo com a Cúpula de Brunelleschi, o Batistério e a torre do sino de Giotto. Piazza della Signoria, que representa o fulcro da vida política florentina. Na verdade, perto dele, està o Palazzo Vecchio que também é a sede comunal da cidade e agora tambem um museu. Na Piazza della Signoria pode admirar uma cópia do Davi de Michelangelo, a estátua de Netuno, e o famoso Perseu em bronze. 

A Galeria Uffizi: pouco distante da Piazza dela Signoria, é o museu mais visitado da Itália. Aqui os turistas descobrirão a profusão de obras renascentistas.

Ponte Vecchio: não perca uma curta e magnífica caminhada no Ponte Vecchio, com seus vidros cintilantes e lojinhas de joias.  Pelos amantes da natureza, Jardins de Boboli é imperdível. Neste jardim italiano por excelência, se inspiraram os designers de muitas cortes europeias.

Não perca tempo e venha descobrir as 10 dicas do que ver em Florença.

Galeria Uffizi

A Galeria Uffizi, em italiano: Galleria degli Uffizi, é um edifício e museu de Florença que contém uma das mais antigas e famosas coleções de arte do mundo.

Hoje em dia, com 50 salas, abriga pinturas que vão do século XIII ao século XVIII. 

Os destaques são a famosa "Madonna di Ognissanti" de Giotto, a "Batalha de San Romano" de Paolo Uccello, mas a mais famosa é o "Nascimento de Venus" de Botticelli.

Aqui podemos admirar obras de Leonardo, Michelangelo, algumas de Raffaello e muitas de Tiziano. 

Todas as pinturas dentro da Galeria Uffizi foram exibidas cronologicamente, por isso é possível apreciar plenamente todas as inovações na arte ao longo dos séculos. A Galeria Uffizi é um dos museus mais admirados e visitados do mundo. Se o turista for fã de arte, aqui poderá admirar toda a beleza da coleção mais importante de pinturas italianas.

Ponte Vecchio

A Ponte Vecchio é um dos símbolos da cidade de Florença e também a travessia mais antiga do Rio Arno.

A Ponte Vecchio é composta por três grandes cruzamentos de arcos baixos e foi a primeira ponte a ser construída desta forma no Ocidente, superando o modelo romano.

Uma curiosidade: a Ponte Vecchio foi a única ponte da cidade que não foi explodida pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial.

Ao longo dos séculos, foi destruída repetidamente pelas muitas inundações a que Florença sempre foi sujeita. A ponte foi reconstruída pela última vez em 1345 por Taddeo Gaddi, aluno do grande Giotto. A ponte permaneceu a mesma desde então.

Uma outra curiosidade: a presença de muitas casinhas acima da ponte. Mas nunca ninguém morou lá. Na verdade, eram lojas desde os tempos medievais, hoje abrigam joalherias.

Bem no meio da ponte está o busto de um ilustre artista florentino: Benvenuto Cellini. Era um escultor e joalheiro florentino que viveu nos anos 1500. Uma de suas obras mais famosas é o Perseu com a cabeça de Medusa.

Palazzo Vecchio

O Palazzo Vecchio ou “Palácio Velho” de Florença, localizado em frente a Piazza della Signoria, é um dos marcos da capital da Toscana.

Sua construção começou em 1299, obra de Arnoldo de Cambio. Entre 1865 e 1872, durante a luta pela unificação da Itália, o Palazzo Vecchio foi, por algum tempo, a sede do governo, a Câmara dos Deputados, e do Ministério das Relações Exteriores.

O Palazzo Vecchio foi construído em estilo gótico medieval, uma mistura entre fortaleza e palácio. O que mais chama a atenção é a impressionante Torre de Arnolfo, com seus 94 metros de altura.

Hoje dentro do Palazzo Vecchio funciona um museu onde estão expostas obras de arte dos grandes artistas da Renascença italiana. Para começar a visita partimos do Quartieri Monumentali: salas no primeiro andar decoradas para celebrar a família Medici. No segundo andar fica a Terrazza di Saturno, o Quartiere degli Elementi e a sala de Eleonora di Toledo, com uma pequena capela ao lado. E, por último, mas não menos magnífico: o Salão dos Mapas Geográficos, com uma bela coleção de globos e 57 mapas impressos em couro, um símbolo do conhecimento durante o século XVI.

Catedral de Santa Maria del fiore

A Basílica de Santa Maria del Fiore, a catedral de Florença, é uma das mais ilustres obras-primas da arquitetura medieval da Europa, pela ousadia de suas estruturas, pela suntuosidade de suas decorações e pela autenticidade de sua história.

Santa Maria del Fiore tem vista para a praça de mesmo nome. É a quarta maior igreja católica da Europa.

A catedral foi iniciada no final do século 13 por Arnolfo di Cambio, enquanto a bela cúpula de Filippo Brunelleschi foi adicionada no século 15. No interior, o turista pode admirar um dos maiores ciclos de afrescos do mundo: 3600 metros quadrados de pinturas, executadas entre 1572-1579 por Giorgio Vasari e Federico Zuccari.

O complexo da Catedral de Florença está localizado na Praça do Duomo e inclui a enorme Cúpula de Brunelleschi e o altíssimo Campanário de Giotto. O ingresso para a Basílica de Santa Maria del Fiore é gratuito. Para descobrir ao máximo as maravilhas desta majestosa Catedral, recomendamos reservar uma visita guiada.

Piazza della Signoria

Se a Piazza del Duomo é o centro religioso da cidade, a Piazza della Signoria é o centro do poder civil, o centro da vida política de Florença. É o ponto de origem da República Florentina.

A Piazza della Signoria adotou sua forma atual em meados do século XII e foi pavimentada no final do século XIV.

Nesta praça há vários monumentos importante: Palazzo Vecchio, edifício mais característico da praça. Em sua entrada, o turista encontrará as esculturas de Adão e Eva, e o David de Michelangelo (cópia). Logia dei Lanzi, pequeno museu ao ar livre. Em seus pórticos há diversas esculturas, como O Rapto das Sabinas ou Perseu com a cabeça da Medusa. Fonte de Netuno: Construída por Bartolomeu Ammannati. 

A Piazza della Signoria, além de ser a mais bonita de Florença, é um dos lugares mais animados da cidade. Durante todo o ano, e especialmente durante as noites mais quentes, os moradores e os turistas se reúnem para escutar os artistas locais que usam esta praça como seu palco particular.

Palácio Pitti

Este enorme palácio está entre os maiores exemplos arquitetônicos de Florença. 

Originalmente, o palácio foi construído pela família Pitti em 1457 com base em um projeto de Filippo Brunelleschi. Em 1549, o palácio foi vendido aos Medici, tornando-se a residência da família do Grão-Ducal.

Hoje, o Palazzo Pitti abriga alguns dos museus mais importantes de Florença: no primeiro andar fica a Galeria Palatina com uma grande coleção de pinturas dos séculos XVI e XVII e os apartamentos reais.

No andar térreo fica o Tesouro dos Grão-Duques (conhecido como Museu da Prata), que abriga o grande acervo de objetos preciosos que pertenceram aos Medici.

A Galeria de Arte Moderna está localizada no último andar e abriga uma coleção maravilhosa de pinturas, incluindo pintores toscanos dos séculos XIX e XX.

Santa Croce na Basílica de Florença

A Igreja de Santa Croce é a maior igreja franciscana do mundo e o autêntico panteão de Florença. 

A igreja abriga quase 300 tumbas, incluídas as de Michelangelo e Galileu, e é literalmente um imenso patrimônio artístico: os afrescos (1380) de Gaddi na Cappella Maggiore contam a história da "cruz sagrada", enquanto os afrescos de Giotto nas capelas de Bardi e Peruzzi ilustram cenas da vida de São Francisco e São João Evangelista.

Santa Croce foi reconhecida como uma das igrejas mais importantes de Florença e possui o característico "gótico florentino" em seu interior.

A estrutura original remonta a 1212, quando São Francisco de Assis visitou Florença e a construção do edifício atual foi iniciada em 3 de maio de 1294 ou 1295.

O exterior da igreja é coberto por uma fachada de mármore policromado acrescentada em 1863 e financiada pelo benfeitor inglês Sir Francis Sloane.

Hoje Santa Croce é um complexo museológico que reúne a Basílica, as capelas, a torre sineira e a parte exclusivamente dedicada às exposições, como o antigo refeitório dos padres. 

Jardim de Boboli

Instalados atrás do Palácio Pitti, os Jardins de Boboli são a maior zona verde de Florença, com 45.000 metros quadrados.

Este jardim nasceu quatro séculos atrás, quando Cosimo I de 'Medici encomendou o projeto a Niccolò Pericoli, conhecido como Tribolo, em 1549.

O jardim tem várias entradas que podem ser utilizadas pelo público: do pátio dos Ammannati de Palazzo Pitti, do Forte di Belvedere, via Romana (entrada de Annalena) e da praça de Porta Romana, com vista para a Piazza Pitti.

Partindo dos caminhos centrais, desenvolve-se uma série de ambientes sugestivos e cenográficos: terraços, avenidas, caminhos, jardins fechados e edifícios.

Entre as etapas importantes da visita ao jardim, vale destacar a Grotta del Buontalenti, também chamada de Grotta Grande: uma das áreas mais famosas do jardim.

Um dos elementos mais conhecidos do jardim é a Bacia de Netuno, criada entre 1777 e 1778 no lugar de um viveiro. No centro da bacia fica a Fonte de Netuno, com a estátua do Deus do mar emergindo de uma saliência rochosa.

Os Jardins Boboli podem ser considerados uma obra-prima da “arquitetura verde”, na qual é possível captar o espírito da vida na corte.

David de Michelangelo

A Galeria da Academia (Galleria dell’Accademia) é o segundo museu mais visitado de Florença, e é famosa por ter em seu interior a obra-prima de Michelangelo: o David, uma escultura de mármore branco de 5,17 metros de altura que representa David antes de enfrentar Golias.

Em julho de 1501, Michelangelo foi contratado pela Opera del Duomo para criar uma estátua representando Davi e Golias.

Depois de preparar a obra com muitos desenhos, em 1502 Michelangelo começou a esculpir o mármore, trabalhando sozinho, de pé sobre um andaime que circundava o grande bloco. Em 1504 a estátua foi terminada e era tão extraordinária que se decidiu reunir uma comissão, que também incluía Leonardo da Vinci, para decidir onde colocá-la.

Foi assim que os florentinos decidiram colocar o David de Michelangelo em frente ao Palazzo della Signoria, onde foi inaugurado em 8 de setembro de 1504 e onde permaneceu até julho de 1873.

O tema foi retirado da Bíblia que já havia sido representado por outros grandes escultores florentinos do Renascimento, mas apenas Michelangelo conseguiu esculpir belos detalhes: a expressão intensa dos olhos, os músculos contraídos como se ele estivesse realmente prendendo a respiração, e as veias em relevo, por onde o sangue realmente parece fluir.

Com esta obra-prima, ele se tornou famoso em toda a Itália e também nas cortes da Europa, e ainda hoje é famoso em todo o mundo por isso.

Batistério de São João

Situado em frente à catedral e com um aspecto muito similar, o Battistero di San Giovanni é o edifício mais antigo de Florença.

O Batistério de San Giovanni em Florença é um magnífico edifício românico com uma história complexa. Entrando no seu interior, o mais surpreendente do Battistero é o mosaico bizantino da cúpula. Suas cores douradas lembram as da Basílica de São Marcos em Veneza.

As portas do Batistério de San Giovanni que o turista vê são cópias dos originais que foram cuidadosamente restaurados e transferidos para o Grande Museo del Duomo. Das três portas de acesso ao Battistero, a mais importante é a “A Porta do Paraíso”, situada no lado orientado à Catedral. Lorenzo Ghiberti dedicou 26 anos de trabalho (de 1426 até 1452) para fazer o portal.

No interior, o turista encontrará a tumba do antipapa João XXIII. Seu túmulo foi desenhado por Donatello e seu discípulo Michelozzo Michelozzi.

O piso merece uma atenção particular: está decorado com motivos geométricos, mas também com figuras zoomórficas que parecem inspiradas em tecidos exóticos que então vieram do Oriente.

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